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Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Estima que o crescimento e o desenvolvimento de um país, em qualquer parte do mundo, dependem também de investimentos internacionais. Acrescenta que essa circunstância forçou regimes historicamente fechados a quaisquer relações com estrangeiros, a mudarem de atitude. Comenta ainda, que essa transformação não exclui a importância de um governo responsável, que mantenha a inflação sob controle, compromissos financeiros em dia, balança comercial com saldo ou ao menos equilibrada. Avalia que são esses procedimentos, assim orientados, que atraem os investidores internacionais, dando-lhes segurança para os capitais alocados.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Tece reflexões a respeito das instâncias de responsabilidade criminal e civil declarando que são independentes, de modo que cada uma deverá exercitar o seu processo de atribuição de responsabilidade ao hipotético infrator. Ressalta porém, que esta independência não é absoluta. Interpreta a dicção das normas jurídicas que nem sempre soa clarividente, assinalando que muitas vezes se faz necessário entrar nas entranhas normativas, mediante o exercício da atividade hermenêutica - ciência que se ocupa da interpretação das normas - a fim de desvendar o seu sentido. Por fim, revela que mesmo que houvesse alcance da coisa julgada, isso seria inconstitucional, por violar os princípios do contraditório e devido processo legal.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Relata que apesar do Nordeste ter importantes hidrelétricas em sua área, movidas pelas águas do rio São Francisco, ainda assim importa energia de outras regiões devido a investimentos insuficientes, mas também como resultado da integração energética que é uma tendência técnica. Sintetiza que a recente crise energética é motivada pelos poucos investimentos feitos no setor mas também pela irregularidade de chuvas ensinando que mesmo em período de reservatórios abastecidos não se pode descuidar da diversificação de geração de eletricidade. Estima que a integração energética é uma das vigas para garantir o desenvolvimento nacional.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Indica a integração e a soma de esforços como condições fundamentais para a sociedade brasileira desfrutar de melhores condições de vida, principalmente quando os recursos disponíveis são limitados. Alerta que independente de posições político-partidárias, Presidente da República, governadores de Estado e prefeitos têm um compromisso maior com a coletividade. Explica que como já ocorre na área do transporte e em outras áreas, a integração é meio caminho para o encontro de soluções adequadas, compatíveis com a realidade e os recursos disponíveis.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Avalia a deposição sumária do presidente do Equador, Hugo Gutiérrez; o fato dele ter sido asilado no Brasil, acendeu novamente a luz vermelha na América do Sul. Explica que foi o terceiro presidente deposto sucessivamente nesta parte do mundo, o que cria uma situação parecida com a Argentina. Sugere uma eleição direta, em clima de estabilidade, liberdade e com respeito à legislação, como sendo o caminho mais indicado para devolver a normalidade institucional ao Equador, que apresenta níveis econômicos e sociais que se aproximam da média da América Latina.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2007)
Comenta que o Judiciário como um dos poderes estatais, deve primar pela coesão social; que ele é o instrumento da transformação social e que também a própria sociedade é capaz de influenciar nas decisões judiciais. Discorre sobre seu papel, não apenas sob a ótica das transformações inter-sociais como também das mudanças institucionais que geraram novos padrões de relação entre as instituições sociais e governamentais. Informa que este recebe vazões de toda a sociedade para decidir sobre questões que podem impulsionar, diante da interpretação da lei, fatores de transformações sociais. Declara que é necessário estar o magistrado atento às percepções das lutas sociais. Salienta que o Judiciário é instrumento da sociedade, que sempre em nós confiou a resolução de seus conflitos de interesses. Finaliza afirmando a necessidade de se depositar fé no Poder Judiciário e esperanças na sociedade.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Aborda a questão de que o Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, terá em seu novo governo uma luta contra a inflação. Estima que a causa da recaída inflacionária é a alta do dólar, provocada pela necessidade da economia nacional dispor de moeda forte para os constantes pagamentos de juros e de pequenas parcelas da dívida externa. Compreende que se há razões para apreensões, com relação ao surto inflacionário, não há para alarme. Explica que inflação é um aumento contínuo no índice de preços. Encerra falando que o novo governo, prevenido para a gravidade das questões econômicas, sociais e de outras naturezas terá de enfrentar a expectativa de milhões de compatriotas.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Aborda a necessidade de se criar instrumentos que mantenham parte da população na área rural, pontos inegociáveis das políticas econômicas e sociais de todas as nações desenvolvidas. Ressalta a importância para o desenvolvimento social e de segurança, a necessidade de proteger os produtos agrícolas oriundos das zonas rurais, evitando que milhões de indivíduos se amontoem nas periferias das cidades. Comenta sobre a exportação de leite da Espanha, da proteção do Ministério da Economia espanhol; os plantadores de laranja da Flórida, Estados Unidos, e os criadores de ovelhas franceses. Menciona a posição do governo brasileiro no sentido de incentivar uma política de preços mínimos, evitando que as indústrias imponham sua vontade e seus interesses aos pecuarista, visando a auto-suficiência, principalmente na exportação do leite.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Trata da questão relativa ao número excessivo de impostos pagos pela população brasileira, números que comprometem o crescimento econômico e o desenvolvimento do País. Analisa a tímida reação dos contribuintes, a opinião pública, a imensa carga tributária nacional, os juros pagos pelos contribuintes, e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Conclui que os impostos excessivos simbolizam recessão e desemprego, inclusive com sérios reflexos no desenvolvimento econômico e social.



Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Trata das principais causas da violência que assombra o Brasil, que se nutri da população sem educação, assistência medica e principalmente trabalho, vulneráveis ao crime, situação agravada pelo consumo de bebidas alcoólicas, e pelo consumo de tóxicos. Comenta adoção de políticas públicas destinadas à uma melhor distribuição de renda e propriedade, em programas que gerem empregos, em educação e em outras modalidades de caráter social, de presídios para recuperar e não agravar os apenados, e o combate a violência. Cita situações como a de São Paulo, e estatísticas ultrapassadas e incompletas.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Aborda, discute e incentiva o principal programa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Fome Zero, desenvolvido para acabar com a fome de milhões de brasileiros. Comenta a trajetória de sua vida, ressaltando que o presidente conhece na prática esse flagelo, ele sentiu na carne o que é passar a noite com a barriga vazia, amanhecer sem saber como será a primeira refeição, contemplar o dia, a semana, o mês, sem uma perspectiva de ter o que comer, que o presidente pode até ser considerado o homem público que tentou, e não conseguiu, em curto prazo, vencer a fome no Brasil, mas jamais será acusado de ter ficado omisso e indiferente. Finaliza, afirmando que o Programa Fome Zero é um ideal social, e dever de todos.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Comenta as medidas adotadas pelo Governo Federal para conter a inflação; os índices de desemprego inéditos na história do País, a redução dos juros, e as reclamações dos empresários, no sentido de recuperar a economia brasileira. Menciona as prioridades do Governo para retomar, com segurança, o crescimento econômico do País; a reforma tributária, as alianças políticas, a política das taxas de juros, tudo em função de uma política fiscal e econômica mais eficiente. Conclui que é hora de crescer, e afirma, que o povo brasileiro confia e aguarda, com ansiedade, a retomada do crescimento com justiça social.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Comenta a situação econômica/financeira do País, a valorização do real, valorização dos títulos da dívida brasileira, saldos positivos na balança do comércio exterior, que escondem as estatísticas que confirmam, há muito tempo, haver algo de muito errado na condução do País. Compara o Brasil com outras nações, aponta as dificuldades econômicas, a instabilidade financeira, os riscos que correm os investidores no Brasil. Conclui afirmando que o Brasil necessita urgentemente de uma política social mais eficiente, com mais desenvolvimento econômico, melhor distribuição de renda, oportunidade de trabalho, assegurando a todos os direitos sociais garantidos na sua carta política.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Avalia a demora do Governo Federal, na concretização da Lei do Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social, - prover a construção de casas para a população de baixa renda, mediante regras excepcionais, já sancionada pelo Presidente da República, e, a discussão em torno de uma forma de conceder incentivos fiscais para compra de material de construção, ou criar uma linha de financiamento especial para a modalidade. Explica a Lei, e aponta as dificuldades na concretização desses projetos, que já foram tentados anteriormente.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Aborda as eleições dos egípcios para presidência da república, êxito e conseqüências, por exigência dos Estados Unidos da América do Norte, em função da democratização dos poderes. Comenta os problemas, a estrutura medieval dos países árabes, dos que alimentam a monarquia, os resultados práticos, a promiscuidade entre religião e política, o envolvimento dos militares na política e na administração, a radicalização acentuada a partir da presença do estado de Israel na região, entre outros fatores, que criaram uma situação de estagnação que não será removida facilmente.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2006)
Narra a trajetória do ditador português Oliveira Salazar, que no século passado, se fechou entre fronteiras, não comprando nem vendendo nada a ninguém, e de como ele manteve Portugal fora da Segunda Guerra Mundial, e seu império colonial. Comenta as inúmeras críticas à política de Salazar, que coincidiu com a grande tragédia bélica que matou 50 milhões de pessoas – a Segunda Guerra Mundial – e que, governando uma nação de poder militar limitado, conseguiu manter-se à salvo dos grandes blocos mundiais liderados pela Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos e União Soviética. Conclui que no mundo globalizado dos nossos dias, Salazar não poderia ter estancado a hemorragia financeira do seu país, e que mesmo num Estado territorialmente pequeno, como é o caso de Alagoas, o relacionamento comercial com o exterior é muito expressivo. Faz alguns comentários a respeito da economia de Alagoas e finaliza dizendo que ampliar e aperfeiçoar nossas infraestruturas, proporcionar crédito aos empresários e treinar a mão de obra são os caminhos aconselháveis para prosseguir nesse roteiro de progresso.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (20-12-1987)

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Descreve que ao longo da história dos povos, as finalidades das Forças Armadas eram basicamente a de defender o território das nações ou empreender guerras de conquista. Defende que não é realista para um país em desenvolvimento tentar rivalizar com as grandes potências em força armada. Explica que as Forças Armadas destinam se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais, além da defesa da lei e da ordem, sem deixar de reconhecer o seu verdadeiro papel como instituição nacional permanente, em tempo de paz ou de guerra.

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