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Ribeiro, Antônio de Pádua (1999)
Homenageia o Ministro José Anselmo de Figueiredo Santiago pelo o seu centenário de nascimento. Traz a lume, na apresentação da obra, o perfil do Ministro na sua atividade de operar o Direito e a Justiça.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1998)
Destaca um dos maiores processualistas que já passaram pelo Tribunal Federal de Recursos, cuja vida foi sagrada ao estudo e ao exercício do Direito Penal.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1999)
Pontua que o trabalho manifesta o desempenhar de uma vocação incondicional, mediante o qual o Ministro descortina e concretiza, perante os jurisdicionados, a sobre-humana e quase infinita missão da Justiça, desta utilizando-se como instrumento eficaz de amparo às leis.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1999)
Homenageia o Ministro Artur de Souza Marinho pelo transcurso do centenário do seu nascimento e comenta os trabalhos deixados pelo mesmo, enaltecendo seus inúmeros textos e seu papel como agente da prestação jurisdicional.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1998)
Homenageia o Ministro Américo Luz que, após mais de três décadas de atividade judicante, aposentou-se.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1999)
Descreve o Ministro Adhemar Maciel à guisa de prefácio, lembrando suas qualidades de magistrado de grande capacidade de trabalho e de largo saber jurídico.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (2003)
Prefácio à obra “Curso de Direito Civil Brasileiro” do conceituado jurista e professor Antonio Joaquim Ribas. Destaca a formação, estudos e o trabalho intelectual do jurista. Também apresenta explicações sobre a divisão do contéudo da obra.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1999)
Refere-se, inicialmente, ao universo dos autores, magistrados que conquistaram, em anos a fio de trabalho árduo, posição de destaque no panorama judiciário nacional, originários do Ministério Público ou da Advocacia; Drs. Eliana Calmon, Luiz Alberto Gurgel de Faria, Manoel Álvares, Maria Helena Rau de Souza, Miriam Costa Rebollo Câmera, Odmir Fernandes, Regina Helena Costa, Sergio Feltrin Corrêa e Zuudi Sakakihara. Ssalienta a importância da obra quando for publicada, que constituirá, pela impecável organização, abrangência e caráter elucidatório; pelo compromisso com a verdade; mais que isso, pelos nomes que a conceberam e nutriram, um marco de referência, uma fonte de consulta imprescindível aos grandes profissionais, mas também aos acadêmicos dos cursos de Direito de todo o Brasil.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1999)
Ressalta a aceitação de que aos seres humanos é reconhecida uma dignidade natural e inalienável, própria da sua condição, assim como o gozo da vida e da liberdade. Mostra que incontáveis situações de violência física e mental infligidas a alguns vieram confirmar aos homens de boa vontade que é necessário buscar e preservar os mecanismos de defesa dos indivíduos perante a sanha criminosa de grupos e, até mesmo, como a história recente nos mostra, de governos. Por fim, sob um segundo ponto de vista, enfoca questões internas, como o papel das organizações não-governamentais no contencioso dos Direitos Humanos e a atuação do Ministério Público na proteção desses mesmos direitos.
Prefácio

Ribeiro, Antônio de Pádua (1972)
Discurso


Ribeiro, Antônio de Pádua (2000)
Palestra

Ribeiro, Antônio de Pádua (1994)
Reune algumas reflexões, compactadas, sobre o Poder Judiciário no Brasil, publicadas em revistas especializadas. Tece considerações sobre a Soberania do Poder Judiciário e sobre o Controle da Atividade Judiciária.
Capítulo de livro

Ribeiro, Antônio de Pádua (1988)
Tece breves reflexões sobre algumas inovações e transformações do Poder Judiciário advindas da Constituição Federal de 1988. Assinala que a Constituição em vigor valoriza a função de legislar e de fiscalizar do Congresso e outorga autonomia financeira e administrativa ao Judiciário. Versa sobre a criação de novos institutos e a transformação de outros já existentes: ação direta de inconstitucionalidade; argüição de descumprimento de preceito fundamental; declaração; intervenção federal; recurso especial; mandado de segurança coletivo; mandado de injunção; habeas-data; reclamação; competência para julgar os governadores e desembargadores, os conflitos de competência e os conflitos de atribuição; causas de interesse da magistratura; e juizados especiais.
Palestra

Ribeiro, Antônio de Pádua (1990)
Artigo de revista

Ribeiro, Antônio de Pádua (2003)
Discorre sobre o papel do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na proteção jurídica do meio ambiente e cita os princípios básicos sobre o meio ambiente que estão na constituição. O autor conclui deixando a certeza de que o STJ continuará a cumprir, nos limites da sua competência, a sua missão constitucional em favor da sociedade a que serve.
Artigo de revista


Ribeiro, Antônio de Pádua (12-06-2007)
Resume o trabalho efetuado junto ao Conselho Nacional de Justiça, órgão de cúpula e governança da Administração Judiciária no País, que com êxito atingiu, no âmbito da justiça, seus objetivos em prol da construção de um novo Judiciário. Menciona a função fiscalizadora da Corregedoria Nacional de Justiça, e seu trabalho incessante no sentido de colocar em prática as suas funções primordiais. Cita conquistas importantes dos Tribunais em casos como no combate à Máfia dos Combustíveis, dos Concursos Públicos, e dos Títulos Podres e, as chamadas Operação Hurricane e Têmis. Encerra o discurso agradecendo a todos, certo de ter cumprido os textos constitucionais e legais que regem a atuação do Conselho.
Discurso

Ribeiro, Antônio de Pádua (03-04-2000)
Relata as medidas que foram implementadas, as dificuldades vencidas e as mudanças realizadas durante o tempo em que o autor foi Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Discurso

Ribeiro, Antônio de Pádua (26-06-2003)
Faz breve referência à história de luta contra a tortura desde o Iluminismo até os dias atuais. Relembra casos absurdos de tortura que vigoravam no Direito Penal do passado e episódios recentes, como o caso do jornalista Tim Lopes e do massacre no Carandiru. Destaca nomes de pessoas que lutaram contra a prática da tortura: Beccaria, Verri, Heráclito de Sobral Pinto, Evaristo Arns, Nelson Rodrigues, Dom Hélder Câmara e Hélio Bicudo. Reconhece o universo abissal entre a intenção e a prática, sem deixar de considerar os avanços a partir da Constituição de 1988 e a participação do Brasil em tratados e convenções internacionais de condenação à prática da tortura. Defende a exaltação dos direitos humanos, da justiça social, da defesa intransigente contra toda e qualquer forma de discriminação, de tratamento desigual, infame ou degradante.
Discurso

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