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Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Adverte que milhões de pessoas, no mundo inteiro, morrem ou sofrem graves problemas de saúde em conseqüência do consumo de cigarros e charutos. Critica os governos e demais entidades responsáveis pela saúde pública que por muito tempo omitiram-se da obrigação de esclarecer a população sobre os males causados pelo fumo. Destaca que essa não é uma situação, que se observa apenas no Brasil, embora nos países em desenvolvimento fumo e álcool sejam combatidos com a mesma intensidade. Ao concluir, assevera que fumo e álcool são vícios, drogas que matam as pessoas, destroem a família e, conseqüentemente, prejudicam a saúde e o desenvolvimento do país.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2006)
Afirma que a garantia para funcionamento dos Poderes cabe aos Estados. Explica que há pouco tempo, via-se uma realidade de violência que somente atingia as classes civis, o que já causava grande preocupação, a situação agravou-se quando passou a atingir os órgãos de funcionamento dos Poderes, como, Juizes, Promotores, Procuradores, Advogados e outras autoridades, inibindo a atuação dos agentes públicos no exercício de suas funções constitucionais. Interpreta a Constituição Brasileira, no art. 144 onde dispõe que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos. Ao concluir, afirma que faz-se imperiosa uma reorganização dos Poderes constituídos, buscando gerar segurança a quem dá segurança.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2006)
Comenta a questão da insegurança no Brasil. Aborda problemas como o desemprego, os salários baixos, aposentadorias ínfimas, educação e saúde insuficientes como principais responsáveis por essa calamidade. Adverte que é necessário aumentar e modernizar o policiamento, agilizar o trabalho do Judiciário e do Ministério Público, instalar presídios que recuperem e reencaminhem os indivíduos envolvidos em ilícitos e adotar demais providências de proteção à sociedade. Reflete sobre os progressos, explicando que mesmo não acontecendo do dia para a noite, será possível estancar a onda de violência, assegurando à maior parte da população o mínimo de segurança necessária para se viver.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Expõe a decisão do governo do Estado de Israel de expulsar de seu território o presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat. Comenta que a maioria dos governos, inclusive o do Brasil e até o dos Estados Unidos, principal aliado de Israel, opinou contrariamente à expulsão de Arafat da Palestina. Descreve as guerras que se sucedem entre árabes e judeus, e as rebeliões palestinas, ocasionando milhares de mortos, feridos, e milhões de refugiados originários da antiga Palestina, concluindo que todos os esforços em busca da paz entre judeus e palestinos, têm sido em vão.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Descreve a trajetória do desembargador José Fernando Lima Souza, o Fernando Tourinho, na Justiça brasileira. Destaca suas qualidades e a quase unanimidade de votos na sua escolha para a presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, TJ/AL, e do Tribunal Regional Eleitoral, TRE/AL. Ressalta ao final que, Fernando Tourinho, apelido do desembargador, é exemplo vivo de boas obras e de infatigável conduta.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2006)
Aborda a questão do regime democrático e a obrigatoriedade do voto no Brasil. Comenta também o voto facultativo para os que têm entre 16 e 18 anos, explicando que é parte do esforço da Justiça Eleitoral para atrair os adolescentes para a política. Por fim, esclarece ainda que, o trabalho desenvolvido pela Justiça Eleitoral precisa ser ampliado e fortalecido pelos poderes executivo, judiciário e legislativo, ilustrando que esse é o melhor caminho para manter e aperfeiçoar o regime democrático.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2014)

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Comenta o debate existente sobre a necessidade de crescimento econômico para proporcionar a geração de empregos citando um aspecto que raramente é lembrado: as novas tecnologias reduziram drasticamente as possibilidades de ampliação do mercado de trabalho. Cita exemplos práticos como isso acontece. Explica que cabe aos governos criar novos instrumentos de ação social, afirmando que essas transformações são importantes para o crescimento e conseqüentemente para o mercado de trabalho com a criação de novos empregos.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Trata de comentário a edição de jornal da imprensa, registrando números impressionantes de acidentes em estradas federais brasileiras, que mataram, mutilaram ou feriram milhares de pessoas, além de causarem prejuízos de R$ 4,8 bilhões ao país. Explica que os dados constam de estudo do Instituto de Pesquisas Rodoviárias e dois anos foram gastos no trabalho. Fala da negligência, de não se cogitar em tornar a legislação mais rigorosa para os que provocam os acidentes, nem de aumentar a fiscalização, tão pouco de evitar a comercialização de bebidas alcóolicas em postos de abastecimento ou reduzir a publicidade nas tvs, em proporções que induzem ao alcoolismo. Conclui, ressaltando os números adversos registrados no ano que passou, tento tudo para aumentar, enlutando famílias, inutilizando pais de família para o trabalho e sobrecarregando as estatísticas de aposentados precoces da previdência pública.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Aborda as recomendações da Organização das Nações Unidas, para que todas as nações fixem impostos mais altos para bebidas alcoólicas e fumo e adotem como medidas especiais de proteção para segmentos da população mais frágeis e vulneráveis e ainda que a publicidade de bebidas alcoólicas seja limitada. Cita o crescimento do uso de substâncias sintéticas explicando que ocorre mais em camadas economicamente privilegiadas, de maior poder aquisitivo. Comenta outros tipos de violência e apresenta números compilados pela UNU ocorridos em guerras. Encerra advertindo que tóxicos e guerras são instrumentos de destruição da sociedade como um todo, principalmente em relação aos jovens.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Apresenta a Campanha da Fraternidade do ano de 2003, instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, cujo tema é: Vida, Dignidade e Esperança – Fraternidade e Pessoas Idosas. Explica que a campanha ressalta aspectos positivos da vida brasileira. Exalta a importância do tema dessa Campanha comentando que milhões de idosos, no Brasil, sobrevivem com aposentadorias insignificantes, não têm habitações apropriadas, não se vestem devidamente, não têm dinheiro para o transporte, para os remédios, não têm lazer, chegando até, em casos de famílias muito pobres, abandonarem seus idosos em casas de caridade. Ao final, enfatiza que é missão de todo mundo promover o bem de todos, sem preconceitos de raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2006)
Critica a sucessão de greves no setor público explicando que prejudicam os brasileiros em suas atividades e comprometem setores vitais da economia. Comenta que os industriais de Manaus são forçados a paralisarem linhas de produção e a demitir empregados porque faltam componentes importados para seus produtos. Assinala que à medida que as greves do setor público se tornam mais freqüentes, acentua-se a cobrança da opinião pública para que o congresso aprove uma legislação que discipline as questões salariais entre servidores e administração pública.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (19-06-1988)

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Explica o que a Geórgia, ex-república soviética, e a Bolívia têm em comum, assim como os ex-presidentes Eduard Shevardnadze, da Geórgia, e Gonzalo Sanches de Lozada, da Bolívia. Finaliza esclarecendo que a derrocada de Schervardnadze e Lozada é uma lição para presidentes que, embora eleitos legalmente, não conseguem corresponder a um mínimo das aspirações populares.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (25-10-1987)

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Apresenta as alterações promovidas pelo o Governo Federal no relacionamento entre Planos e Seguros de Saúde e clientes, com o propósito de melhorar o nível do serviço prestado. Cita as pessoas que ficam fora dos Planos e Seguros de Saúde, por impossibilidade financeira, tendo que recorrer à medicina pública que é precária. Enfatiza que ter Planos e Seguros de Saúde no Brasil, é direito, apenas, de alguns, mas a saúde constitucionalmente prevista é direito de todos e dever do Estado, independentemente da condição econômica de cada cidadão brasileiro.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2006)
Alega que a fixação pelo Governo Federal do novo salário mínimo de R$ 350,00 é insuficiente para prover as necessidades de uma família. Declara que a participação da mulher no mercado de trabalho reduz mas não elimina a gravidade dessa situação. Comenta que o fortalecimento da economia nacional nos últimos anos não foi suficiente para evitar a ocorrência de demissões motivadas pelo advento de um novo mínimo. Afirma por fim que, o salário mínimo interessa a toda a nação, especialmente, às parcelas extremamente desprotegidas da população por isso deve atender as necessidades básicas da classe trabalhadora, dando-lhe dignidade e respeito.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2006)
Comenta a gripe das aves como sendo a doença mais recente a se proliferar e atingir criatórios em todo o mundo, destacando o seu difícil combate, por se espalhar até pelos pássaros que em suas migrações percorrem milhares de quilômetros. Explica que no caso brasileiro, o controle de doenças em rebanhos e pragas na agricultura é mais importante porque o país encontra na exportação uma saída para o indispensável crescimento econômico. Ao final, sugere ao Poder público e iniciativa privada a soma de esforços para garantir à pecuária e à agricultura brasileira uma solidez que seja fator permanente para o crescimento da economia nacional.

Martins, Humberto Eustáquio Soares (03-07-1988)

Martins, Humberto Eustáquio Soares (2005)
Aborda a revitalização e transposição das águas do Rio São Francisco, que, nasce na Serra da Canastra, Minas Gerais, banha a Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco, desaguando no mar entre Sergipe e Alagoas. Explica que esse projeto mataria a sede de homens e animais, irrigaria lavouras e iria abastecer cidades nos estados nordestinos por onde não corre seu curso, porém estima que essa idéia não será concretizada porque é cogitada desde os primórdios do Brasil como nação. Defende a revitalização mas, compreende que a transposição deverá acontecer somente após recuperar as condições de vida do Rio da Unidade Nacional.

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