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Barros, Humberto Gomes de (2001)
Usina Santa Amália é um livro escrito com a malícia das rapsódias, tal como os folhetos de cordel do Nordeste: sábios, quando parecem ingênuos; trágicos, quando passam por farsescos; realistas, fingindo-se de metafóricos. Quando tudo indica que fantasiam, expõem os nervos da verdade. Humberto Gomes de Barros, com suas patéticas confissões de "menino de usina", espicaça quem procura entender o Nordeste. Ele não apenas viu, viveu quase tudo quanto narra. Em sentido contrário, mas com a mesma agressividade, provoca quem nunca se preocupou em desvendar os contrastes dessa região tão miserável e tão bela. O que parece exótico e pitoresco, mas que no fundo são puras manifestações de humanidade de um dos segmentos mais homogêneos da região - o povo da cana de açúcar - é tratado como traços de identidade cultural. O repertório envolve sentimentos e impressões de todo tipo: crueldade, lirismo, coragem, espírito emprreendedor, pobreza, ingenuidade, realismo, meio ambiente, psicologia, fauna e flora, comes e bebes. Conformismo aqui, valentia acolá. As marcas que trazem no corpo e na alma os sobreviventes teimosos de um ciclo histórico superado, mas do qual ninguém arreda o pé. Indiferentes ao anacronismo, seguem em frente.

Barros, Humberto Gomes de (2009)
Analisa a situação do Superior Tribunal de Justiça em seus 20 anos de existência, expõe críticas a sua atuação como tribunal de terceira instância e propõe soluções para diminuir o número de processos julgados e aumentar a segurança jurídica.

Barros, Humberto Gomes de (1994)
Tece considerações em torno do Superior Tribunal de Justiça, dos motivos que o geraram e de sua posição no Poder Judiciário. Distingue a competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça. Aborda a questão do recurso especial e do recurso extraordinário. Examina a proposta de empréstimo de força normativa aos acórdãos. Defende a realização de debates para que, trocando estudos e experiências, se chegue ao compromisso do direito processual que é o equilíbrio entre a Justiça, a segurança e a rapidez.

Barros, Humberto Gomes de (01-2009)
O autor aborda sua trajetória no Superior Tribunal de Justiça, atitudes, decisões e experiências como ministro e sua volta à advocacia.

Barros, Humberto Gomes de (1999)
O artigo aborda o fato de que dizer que a Justiça no Brasil é ineficiente e lenta tornou-se comum e imputa ao Poder Judiciário a causa de todo este mal. Cita que os processualistas acham que este mal pode ser corrigido por meio de ajustes nas regras de procedimentos. Já os disciplinadores entendem que a preguiça e a corrupção constituem os pecados capitais do Judiciário. Menciona que existe uma série de medidas simples que poderiam catalisar a reforma cultural da Justiça. E por fim conclui declarando que enquanto perdurar a cultura liderada pelo Estado, pouco valerá o espírito reformista dos deputados e muito menos o rebenque senatorial.


Barros, Humberto Gomes de (2003)
Trata dos recursos ordinários no Superior Tribunal de Justiça, como Habeas Corpus e Mandado de Segurança. Aborda ainda o Agravo de Instrumento e os Recursos Regimentais.


Barros, Humberto Gomes de (04-2010)
Apresenta um panorama da implementação da cidade de Brasília. Seus antecedentes históricos, como a demarcação pela “Missão Cruls” da área destinada à futura Capital Federal. E de como a área do “Quadrilátero Cruls” (não totalmente utilizado pela capital) constitui território da União afetado para servir de base ao futuro Distrito Federal.

Barros, Humberto Gomes de (1992)
Traça uma linha histórica da construção do Distrito Federal. Cita alguns artigos da Constituição de 1891 que tratava da implantação do Distrito Federal em território autônomo, desvinculado dos estados federados, mas que não deu certo. Descreve a Lei nº 2.874, de 1956 que viabilizou a construção da nova capital através de uma empresa estatal - NOVACAP - no prazo de três anos e para 500.000 habitantes. Aborda a questão do tratamento constitucional dado ao problema relativo ao Quadrilátero Cruls. Em conclusão, explica que a área do Quadrilátero, ainda não incorporada ao Distrito Federal, não integra o território de qualquer dos Estados, devendo ser integrado ao Distrito Federal.

Barros, Humberto Gomes de (2007)
Reflete sobre a evolução dos transportes no Brasil. Os Ita (Itanagé, Itaquicé etc.), o trem da Great Western, os DC-3, e as empresas transportadoras, bem como a transformação e destruição desses velhos transportes. Menciona o neocapitalismo global que deu lugar ao lucro, promovendo compras, falências e quebradeiras de empresas aéreas, e por fim constata a profecia do ministro Edson Vidigal, que tentou mediar tratativas com escopo de evitar a falência da Varig, parabenizando-o pelo acerto da profecia e confirmando a destruição do transporte aéreo no Brasil.

Barros, Humberto Gomes de (2004)
Aborda a jurisdição como o Processo e o instrumento essencial ao exercício de uma das funções políticas do Estado. Explica que a função jurisdicional é um dos três encargos que integram a atividade do Estado, ao lado das funções legislativa e administrativa. Comenta que o Estado-Administrador poderá, com segurança e sem tergiversações, honrar as decisões que ele próprio emitiu, no exercício de sua função jurisdicional.



Barros, Humberto Gomes de (2001)
Comenta que a demora causada pela Resolução 211/99 tem impedido que precatórios sejam apresentados antes do dia fatal para a inclusão de créditos. Tanto a manifestação da Contadoria quanto a do MP devem ser apresentadas as partes, para que sobre elas se manifestem. Finaliza afirmando que o Conselho da Justiça Federal contribuiu para restaurar a confiança do Brasil em seu Poder Judiciário.

Barros, Humberto Gomes de (jul-1992)
Aborda a questão do ensino do Direito como ciência positiva e atribui a Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda o início dessa doutrina. Afirma que existe uma analogia entre a regra jurídica e a lei física. Explica que Direito é a Ciência que estuda o relacionamento entre os homens e apreende os princípios que o governam, para transformá-los em regras jurídicas; enquanto que a Física é a Ciência que estuda os fenômenos da natureza e apreende as leis que os presidem, traduzindo-os em proposições perceptíveis ao entendimento humano. Comenta, por fim, que tanto na Física como no Direito toma-se a lei relativa a determinado suporte fático, para aplicá-la a uma situação específica.

Barros, Humberto Gomes de (10-2009)
Traz comentários à Lei n° 8.987/95, que disciplina as permissões e concessões de serviço público, abordando as alterações que ela sofreu a partir de dispositivos da Lei n° 11.445/07.

Barros, Humberto Gomes de (2000)
O autor descreve, em um breve relato, uma grande anomalia que dificulta o funcionamento do Estado brasileiro, que são os pagamentos provenientes de débitos judiciais. Comenta sobre a função jurisdicional, as execuções contra o estado, as penhoras e desapropriações, e os precatórios.

Barros, Humberto Gomes de (2000)
Fala que ao longo da evolução, a sociedade gerou o Direito, como instrumento de sua própria continuidade. Comenta que o Direito gerou o Estado, como instrumento de sua aplicação e manutenção. Explica que com a evolução, o Estado assumiu o monopólio da distribuição do Direito. Conclui afirmando que com o fim dos precatórios, Poder Judiciário e os credores judiciais agradeceriam.

Barros, Humberto Gomes de (2000)
Comenta que é necessário ajustar o conceito de prestação jurisdicional para estabelecer que a sentença não encerra a lide e o Estado-Juiz somente cumpre seu dever quando entrega à parte vitoriosa o bem da vida objeto do litígio. Finaliza retornando ao tema e formulando três perguntas à luz do judiciário.

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